Cajá


De olho no presente, pensando no futuro, sem deixar de enxergar o passado, seja ele doce, amargo ou azedo. O que era palpável tornou-se interativo. De frente para o mundo, com os pés em Goiás. O desafio agora é, sem dúvidas, encontrar a receita certa.

COMO SABOREAR UM CAJÁ

Em agosto de 2013, enquanto crise já anunciava uma tempestade no mercado editorial brasileiro, a Editora Abril deu o alerta: algumas de suas publicações mais interessantes tinham sido encerradas. Mais de 150 funcionários, entre jornalistas, designers, fotógrafos e produtores foram demitidos, dando início aos recorrentes passaralhos que ainda hoje assombram as grandes redações brasileiras.

Segundo a editora, a Unidade de Negócios Abril Segmentadas fez uma revisão do seu portfólio e fechou os títulos, incluindo a Revista Bravo, já que eles representavam menos de 2% da receita de publicidade das revistas da Abril. Algumas outras migraram para a internet. Outras, como a Bravo, ficaram apenas na memória de seus leitores assíduos.

É num cenário de crise, e, porque não, de criatividade, que a Revista Cajá nasce. De olho no presente, pensando num futuro, sem deixar de enxergar o passado, seja ele doce, amargo ou azedo. Foi pensando em crise que preferiu-se levar o que era do papel para o virtual. O que era palpável tornou-se interativo. O desafio agora é, sem dúvidas, encontrar a receita certa.

Fazer jornalismo cultural no momento em que acontece uma barulhenta revolução artística é tarefa que exige esforço, como na preparação do suco de cajá, desde a seleção dos frutos para o liquidificador, até o processo de cortar, adicionar água, triturar e adocicar. Se não ficar saboroso, o processo deve ser refeito até achar o ponto ideal.

Falar de cultura é responsabilidade. E se há um momento em que Goiás parece estar evidenciado por seus artistas e produtores, este momento é o agora. Os exemplos não param de se proliferar: filmes que são exigidos em salas de cinema de outros Países, bandas que não precisam necessariamente estar no eixo Rio-São Paulo, artistas, atores, escritores que são discutidos e comentados em diferentes regiões do Brasil.

A Revista Cajá nasce com o desejo de ser uma janela para a produção cultural, de frente para o mundo, com os pés em Goiás. Que seja uma refeição sempre completa.

CARTA DA REDAÇÃO

 


Expediente

Edição
Clenon Ferreira
clenonf@gmail.com
Reportagem 
Isabela Dias
isabela.diasmelo@gmail.com
Agenda (Percorra a Semana)
Luisa Guimarães
luisapbg@gmail.com
Vídeo / Fotografia / Colaboração / Sugestão de pauta: 
cajacomunicacao@gmail.com
Anuncie na Revista Cajá:
contato@revistacaja.com